O Great Pacific Garbage Patch é uma montanha crescente de lixo flutuante no Oceano Pacífico. Agora é visível da Califórnia. (Foto: projectoceanus.wordpress.com, fonte: http://strangesounds.org/2014/08/great-pacific-garbage-patch-floating-garbage-island-visible-california-coast.html)

Ilhas de Plástico

Dados da Nature indicam  que pelo menos 79 mil toneladas de plástico estão flutuando no oceano, dentro de uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados.

 

O consumo global de plástico atingiu mais de 320 milhões de toneladas/ano, sendo que cerca de 60% do plástico produzido é menos denso que a água do mar.

Ilha de Plástico na costa de Roatan, Honduras (foto: https://phys.org/news/2017-11-trash-islands-central-america-ocean.html)

O Great Pacific Garbage Patch (GPGP), ou Grande Depósito de Lixo do Pacífico, situa-se numa zona de convergência (ou giro), localizado entre o equador e o Paralelo 50 N e ocupa uma área de aproximadamente 20 milhões de quilômetros quadrados. 

Segundo o programa ambiental das Nações Unidas, estima-se que no Pacífico Central existem até 6 quilos de lixo plástico para cada quilo de plâncton e cerca de 46 mil peças de plástico para cada quilômetro quadrado de oceano.

 

E como tratar essa montanha de Lixo? No entender de Holly Bamford, cientista ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA, NOAA, a limpeza do oceano pode ser praticamente impossível. Segundo Bamford, a maior parte dos plásticos é formada por pedaços muito pequenos, que se quebram ainda mais devido à incidência dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol, produzindo minúsculos fragmentos similares a confetes.

Como descrito no infográfico abaixo, podemos REDUZIR o consumo, REUTILIZAR ao máximo e RECICLAR.  Por enquanto estas são as únicas formas de protejer os nossos oceanos e toda vida lá presente.

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